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Equipe Multidisciplinar de Machadinho informa sobre realização de trabalhos

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Ao passar dos anos a educação tem passado por mudanças. Para uma melhor adaptação e formação dos jovens com algum tipo de transtorno mental nas escolas e também para aumentar o número de pessoas com estudos, a equipe Multidisciplinar ajuda esses jovens a terem uma melhor habituação aos conteúdos aplicados nas salas de aula.
No município de Machadinho, a sala de recursos existe há dezoito (18) anos. Para que o projeto fosse adaptado nas escolas os alunos precisariam passar por uma psicóloga, diante disso a professora Ivete Bernieri resolveu levar os alunos para Erechim para serem avaliados e logo em seguida participar das aulas da sala de recursos. “A sala começou a funcionar e tudo era muito difícil. Não tinha nenhum material e pouco se ouvia falar sobre o assunto. Comecei a participar de cursos, seminários, palestras e pesquisas. Eu mesma comecei a confeccionar o material”, relatou Ivete Bernieri, professora na sala de recursos da escola Itacyr Fontana de Machadinho.
A sala de recursos tem uma professora especializada para trabalhar apenas com alunos que precisem de um atendimento especial por possuir algum tipo de deficiência e que nesses casos, precisem de ajuda para poder ter uma melhor inclusão educacional entre os demais alunos. Os alunos são atendidos individualmente ou em pequenos grupos em horários separados das atividades escolares. “A sala de recursos não é um reforço escolar, ela é uma complementação. Não é deposito, pois pais e professores devem acompanhar a trajetória dos estudantes e não empurra-los para o atendimento”, informou Isabel Fabris, professora da sala de recursos na escola Muriam Piovesan de Lima.
É preciso o acompanhamento de uma psicopedagoga para saber quais motivos interferem na aprendizagem dos alunos, pois pode ser desde um fato sentimental até um transtorno mental. Muitos alunos podem apresentar algum tipo de transtorno mesmo tendo uma boa saúde física e uma inteligência normal, mas apresentar dificuldades de aprendizagem. “Após a avaliação, então a gente entra com a intervenção psicopedagógica, onde através de métodos e técnicas aprimoradas e com atividades neuropráticas, a gente trabalha a dificuldade especifica de cada aluno”, expôs Cristiane Ribeiro Leite, psicopedagoga municipal.
O psicólogo tem uma grande participação na avaliação da criança e do adolescente para sempre distinguir as dificuldades e diagnosticar se é necessário atendimentos para que os alunos tenham uma melhor adaptação com as matérias aplicadas em sala de aula. “O ensino e a aprendizagem, ele se da numa rede de relações que são produtoras de mediações. Visto que o aluno interaja com os professores, com os pais, que interajam de uma forma social”, comentou Gabriela Mar, psicóloga das escolas municipais de Machadinho.

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