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Assistência Social preserva direitos de vulneráveis em Machadinho

Assistência Social preserva direitos dos vulneráveis em Machadinho
Preservar os direitos dos vulneráveis do município de Machadinho é um dos grandes desafios a serem superados pelos órgãos ligados à Assistência Social. O CREAS (Centro de Referência Especializada de Assistência Social) é um destes órgãos e é responsável por coibir as violações de direitos, já que atua em um momento em que as infrações à constituição brasileira já estão acontecendo.
De acordo com Margô Figueiredo Bruni, Assistente Social do CREAS, o trabalho de assegurar os direitos de crianças e adolescentes é desenvolvido em rede com outros órgãos. “A gente trabalha em uma rede de proteção. É um trabalho ligado ao CRAS, ao Conselho Tutelar, ao PIM, Secretaria de Saúde, Secretaria de Educação, Ministério Público, Poder Judiciário e a comunidade também é um órgão de proteção”, destaca.
O papel da comunidade é um dos mais importantes nesta rede de proteção aos vulneráveis, é o que afirma Margô. “A pessoa que vê uma violação de direitos, sendo com vizinhos ou com parentes e não denuncia, ela também está violentando, ela está sendo cúmplice e está correndo o risco de talvez até responder um processo por isso”, alerta.
São várias formas possíveis às quais a comunidade pode acessar para denunciar casos de violência contra vulneráveis. Além de poder ir pessoalmente ao Conselho Tutelar ou a Secretaria de Assistência Social, os cidadãos podem ligar para o Disque 100 que é o Disque Direitos Humanos; em casos de violações contra a mulher, as ligações podem ser feitas para o nº 180; as agentes de saúde também podem ser acionadas para que levem as informações até os órgãos responsáveis. Em todos os casos, a identidade de quem realiza a denúncia é mantida em sigilo.
A expectativa da Assistente Social Margô para o ano de 2016 é conseguir suprir as demandas da comunidade e garantir os direitos previstos na legislação brasileira. “Que a gente consiga trabalhar direito e que as pessoas possam ter acesso cada vez mais aos seus direitos. A gente tem que pensar em um trabalho com qualidade, se for pra falarem mal da assistente social, que seja pelo que ela fez e não pelo que ela deixou de fazer”, projeta.

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