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Fortes chuvas em pequenos períodos de tempo vêm causando grandes danos para a agricultura maximilianense. De acordo com a EMATER do município, o prejuízo nas lavouras alcançam 2%.
“Nós fomos surpreendidos por grandes precipitações em pequenos períodos de tempo, o que causou alguns danos nas lavouras já implantadas”, analisa Fábio Batistela, Técnico em Agropecuária e Chefe do Escritório da EMATER do município. De acordo com Fábio, o que diminui o estrago é o fato de as lavouras já se encontrarem em estágios relativamente avançados de desenvolvimento. “A sorte foi que estas lavouras já se encontram em estágios avançados de desenvolvimento vegetativo”, pondera.
As principais cultivares prejudicadas foram o milho e a soja. “Os danos maiores aconteceram nas áreas baixas, de várzea, próximas aos córregos, que devido à alta precipitação foram atingidas. E também nas áreas de encosta, onde a água escorreu e acabou erodindo as lavouras”, comenta Fábio. Um produtor de uva também teve prejuízos com a queda do parreiral. “As perdas chegaram a 2% nas áreas cultivadas”, acrescenta.
A maior perda, de acordo com o técnico, é a capacidade física e de fertilidade dos solos. “Essas chuvas acabam carregando grandes quantidades de partículas de solo e junto com elas vai um pouco da fertilidade desses solos”, avalia. “Isso será melhor mensurado quando os produtores refizerem suas análises de solo. Provavelmente vai haver uma perda na fertilidade desses solos”, acrescenta Fábio.
Outro aspecto que preocupa os profissionais da EMATER é a contaminação de fontes de água utilizadas para consumo humano nas propriedades do interior do município. “A água que escorreu superficialmente acabou entrando nas fontes, levando partículas de terra, de argila e outras partículas nocivas, deixando essa água imprópria para consumo humano”, alerta.
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