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Padre Leonir Martini comemora seu Jubileu de Prata – conheça a história dos 25 anos de sacerdócio

Depois de 25 anos de sua ordenação, o Padre Leonir Martini retornou à terra natal – Maximiliano de Almeida – para comemorar seu Jubileu de Prata. A comemoração foi realizada na comunidade de Santo Antônio dos Witmann no último domingo. Nas linhas a seguir contaremos um pouco da trajetória do sacerdote.

A ordenação de Leonir aconteceu no dia 06 de março de 1993, na Igreja Matriz da Paróquia São Sebastião, em Maximiliano de Almeida. As lembranças desse dia permanecem vivas na memória do Sacerdote. “Naquele dia, há vinte e cinco anos, veio uma chuva e o povo entrou na Igreja, lotou a Igreja. A criançada ficou ao redor do altar. Foi algo muito bonito, algo divino”, relembra.
O início da trajetória como Sacerdote foi no Seminário Nossa Senhora da Oliveira, em Vacaria, quando trabalhou como vice-reitor da instituição. Na sequência – em 1994 e 1995 – os serviços religiosos foram prestados em Bom Jesus e São José dos Ausentes; em 1996 e 1997 serviu à Paróquia de Lagoa Vermelha; de 1998 a 2002 trabalhou como assistente do seminarista de pedagogia em Vacaria na Casa de Formação Sagrada Família; em 2003 voltou para casa, servindo à Paróquia São Sebastião de Maximiliano de Almeida, onde permaneceu até o ano seguinte; na sequência, de 2004 a 2009, retornou ao município de São José dos Ausentes; em 2010 e 2011 os serviços foram prestados à comunidade da Paróquia Segredo e São Paulino no município de Ipê; nos anos de 2012 a 2014 novamente esteve em Bom Jesus; em 2015 trabalhou na Casa de Formação Sagrada Família, em Vacaria; no ano passado, em 2017, esteve na Paróquia São Paulo Apóstolo de Lagoa Vermelha; em 2018 Padre Leonir retorna a São José dos Ausentes para auxiliar o Padre André.

Nesse próximo trabalho a ser prestado junto à Diocese de Vacaria, Padre Leonir estará em contato com os turistas que chegam ao município de São José dos Ausentes vindos de vários outros locais. “A gente faz parte também da Pastoral do Turismo, acolhendo famílias de turistas que saem de Curitiba, Joinvile, Blumenau, que chegam a Ausentes e vão para Canela, Gramado”, declara.
Ao falar sobre os motivos que o levaram a optar por seguir a vocação ao sacerdócio, Leonir declara ter recebido influência da família, que sempre seguiu os princípios religiosos. “A minha família sempre foi norteada pelos princípios da oração, do trabalho, da honestidade, da humildade, da simplicidade”, comenta. “Meu pai também tinha o desejo de ser padre. Desde pequeno, com dez anos, ele já ajudava na Igreja, ele era sacristão ainda no tempo da missa em Latim”, acrescenta.
Outro fato incentivador foi a realização das Missões Capuchinhas, pouco antes de Leonir optar por se dedicar aos estudos sacerdotais. “Isso despertou mais ainda a vocação sacerdotal em mim”, revela.

Ainda de acordo com Leonir, assim como recebeu incentivos também veio a desconfiança sobre o alcance dos objetivos, porém a certeza de sua missão e a força dos pais foram determinantes para a sequência da caminhada. “Tiveram as incompreensões e os percalços. As pessoas diziam: ‘imagina se o Leonir vai ser Padre’, mas eu sempre rezei e pedi a Deus a força, a luz e a proteção Divina. E o meu pai sempre rezou pelas vocações, me apoiou, minha mãe também”, relata.
Um dos momentos mais difíceis era quando voltava para casa visitar a família e mesmo com o pai doente precisava buscar forças para retornar aos estudos em busca de sua vocação sacerdotal. “Meu pai estava doente e alguém disse para ele: ‘diga para o Leonir voltar do Seminário’. Meu pai respondeu: ‘deixa o Leonir estudar, ele vai ser Padre’. Eu voltava visitar meus pais e meus irmãos e às vezes saia chorando de casa, e a minha mãe me acompanhava, me dava apoio e incentivo à minha vocação”, ressalta o sacerdote.

Foram oito anos de preparação até o momento da ordenação. “Com vinte anos eu fui para o Seminário em Vacaria – no ano de mil novecentos e oitenta e cinco (1985) –, e com vinte e oito anos eu fui ordenado sacerdote por Dom Orlando Dotti, no dia seis de março de mil, novecentos e noventa e três (1993)”, relembra Leonir. O lema escolhido por Leonir para sua ordenação fala sobre a vida, que conforme o próprio Sacerdote, é preciosa e precisa ser vivida da melhor maneira possível. “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10: 10) era o lema.
Sobre a trajetória como sacerdote, Padre Martini salienta o aprendizado obido com o povo ao qual esteve orientando pelos caminhos de Deus. “A gente sempre aprendeu com o povo: na simplicidade e na humildade. O Padre está em nome de Deus e eu fui ungido para perdoar, para consagrar”, ressalta.
Um dos momentos mais marcantes dessa trajetória enquanto Sacerdote foi a passagem pela Paróquia São Sebastião de Maximiliano de Almeida, que representou um sonho realizado. “Era o meu anseio, meu desejo, de voltar aqui na minha terra natal para trabalhar. Dom Orlando assim me delegou para estar aqui trabalhando no ano de dois mil e três. Sempre me coloquei, na humildade, como servo de Deus”, comenta Leonir.

Essa alegria e satisfação se revelam novamente agora quando retornou ao município para o evento de comemoração ao Jubileu de Prata, realizado no último domingo. “Eu volto aqui com amor, com alegria, agradecendo a Deus e também pedindo mais força, mais luz e renovando com os amigos que aqui vem celebrar com a gente, a minha vida, a minha missão e a minha vocação, para que a gente possa, cada vez mais animado, ir avante, trabalhando e animando o Povo de Deus que necessita de uma palavra amiga, da benção de Deus para que possam sempre serem felizes, protegidos e abençoados”, declara Leonir.
O padre se mostra emocionado pela empolgação dos familiares, amigos e lideranças da comunidade, que se engajaram para que o evento pudesse ser realizado com a maior organização possível. “Meus amigos, meus irmãos, fizeram questão de fazer aqui na comunidade, estão todos contentes. Ver o entusiasmo das lideranças da comunidade que ajudaram preparando essa festa nos traz muita emoção e muita alegria”, comenta.

Em sua passagem pelo município nesse momento comemorativo, Padre Leonir esteve falando sobre sua trajetória aos alunos de escolas do município, quando deixou aos jovens, a mensagem de que cada vocação é importante, basta que cada trabalho seja realizado com amor e dedicação. “Temos que desafiar a juventude. Toda vocação é importante. Eu estive visitando os colégios, conversei com os alunos, abençoei e reforcei que toda vocação é importante. A pessoa tem que ter uma espiritualidade, alimentar Deus e ter uma espiritualidade, para ser feliz onde quer que esteja e em qualquer trabalho que exerça. Estar de bem com Deus e em paz consigo mesmo, isso que é importante”, reflete Leonir.

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