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Erva-mate Cambona e Chás Barão apresentam relatório de contas 2017

“Foi um ano muito bom para o nosso produtor, para a indústria, enfim, para o setor ervateiro de Machadinho”, resumiu Altair Rufatto, presidente da Erva-mate Cambona e Chás Barão, ao falar sobre o balanço anual referente ao ano de 2017. Os dados foram apresentados ao público em entrevista concedida ao Jornal da Club na última quarta-feira, dia 04 de março.

Foram recebidos pela ervateira ao longo do ano, 2,314 milhões de quilos de erva-mate. Essa quantidade de produto gerou aos produtores renda de aproximadamente R$ 1,773 milhão. “Isso representa uma indústria no campo com média mensal de cento e quarenta e oito salários mínimos. É um dinheiro que entra nos cofres do município, das lojas de Machadinho, dos mercados, enfim, é onde o produtor gasta todo esse dinheiro que sai da erva-mate aqui de Machadinho”, disse Altair. Os benefícios proporcionados pelo setor da erva-mate impactam positivamente na vida de 448 famílias machadinhenses.

Todas as movimentações são realizadas com a utilização de notas emitidas dos blocos de produtores rurais, o que garante a arrecadação de impostos pelos cofres municipais. Também impactam no retorno aos cofres públicos os negócios realizados com outros estados e até outros países. “A gente trabalha fortemente com o mercado uruguaio também. Esse ano que passou também foi um ano bom para o Uruguai. Entregamos um milhão, cento e sessenta e um mil (1.161.000) quilos de erva-mate somente para o Uruguai”, declarou Altair. Além do vizinho Uruguai, os produtos da ervateira alcançam outros 14 países.

Dentro das fronteiras nacionais, o Estado do Mato Grosso se apresenta como um dos maiores compradores da erva-mate machadinhense. “Estamos mandando bastante tererê para Mato Grosso. Isso começou no ano passado, está crescendo bem e é um produto que promete muito para esse ano também”, declarou o presidente Altair.

No que se refere aos preços pagos aos produtores rurais, estão entre os melhores praticados em todo o país. “Em dois mil e dezessete (2017), o polo de Machadinho teve o segundo melhor preço pago ao produtor. Isso acontece porque tem uma organização, tem associação, tem o produtor fiel e tem uma indústria que é fiel, que um não vive sem o outro”, salientou Altair.

Ao falar sobre a satisfação em presidir a indústria de erva-mate em Machadinho, Altair destacou a possibilidade de contribuir continuamente com melhorias para toda a comunidade local. “É gratificante trabalhar em um setor que agrega valor ao município e aos produtores”, concluiu.

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