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Tânia Menon alerta sobre os perigos apresentados pela febre amarela

Provocada por um vírus – transmitido a humanos e macacos pelo mosquito Haemagogus –, a febre amarela representa sérios riscos à saúde humana. Voltando as atenções a proteger a população machadinhense, a Secretaria Municipal de Saúde, através da técnica de enfermagem Tânia Menon, alerta a comunidade sobre os principais sintomas e a necessidade de imunização contra a doença.
Antes mesmo de ocorrer a infecção de pessoas, um sinal deve ser considerado como alerta para a presença do mosquito transmissor: o aparecimento de macacos mortos. “O macaco não transmite a doença para os humanos. Eles adoecem e morrem, aí a gente fica sabendo que o vírus está circulando. Eles nos servem como um alerta”, comenta Tânia, que continua instruindo sobre como agir em casos em que macacos forem encontrados mortos. “É importante que as pessoas que moram na área rural, se encontrarem um macaco morto, nos comuniquem imediatamente que nós comunicamos a Coordenadoria de Saúde, que vem analisar o animal se realmente foi de febre amarela. Então, que fique bem claro que é só o mosquito que transmite a doença”, esclarece.
As pessoas infectadas apresentam inicialmente os seguintes sintomas: febre, dor muscular, dor de cabeça, náuseas e vômitos. A evolução do quadro gera a icterícia, conhecido popularmente como “amarelão”. “Nessa fase, o fígado começa a ter uma sobrecarga, não funcionando mais de forma adequada. Vai comprometer os rins, coração, pode dar hemorragia e complicações neurológicas como convulsões”, declara Tânia, alertando que os pacientes que apresentam os sintomas mais avançados da doença precisam de atendimento médico especializado, pois o risco de óbito é grande.
Para combater a doença, a orientação dos profissionais de saúde é a imunização. A vacina está disponível na Unidade Básica de Saúde e é oferecida gratuitamente. Contudo, somente devem ser vacinados os pacientes que ainda não tiverem recebido a dose da vacina ou estiverem em dúvida quanto a isso. O dia da semana reservado para vacinação contra a doença é quarta-feira à tarde.
Em 2009, toda a população foi imunizada e a partir daí passaram a ser vacinadas as crianças quando completavam nove meses de idade. Além da idade – entre nove meses e 59 anos – outros critérios também são levados em consideração para a aplicação da vacina. “Pessoas com doenças crônicas não podem receber a vacina; gestantes e mulheres amamentando também não poderão receber a vacina. Nas pessoas com mais de sessenta anos é feita uma avaliação criteriosa no estado clínico de saúde, porque pode ter um evento adverso após a vacinação. A vacina é segura, mas temos que ter cautela ao administrar”, conclui Tânia.

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