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Cotrel realiza Assembleia Geral em Maximiliano de Almeida

A Cooperativa Cotrel realizou no último dia 15 de fevereiro (segunda-feira), a Assembleia Geral entre seus associados. Na reunião foram prestados esclarecimentos sobre resultados alcançados no ano de 2015 e também projeções para investimentos em 2016.
De acordo com Luiz Paraboni Filho, Presidente da Cotrel, os dois últimos anos foram de investimentos e adequações à estrutura da filial de Maximiliano de Almeida. “A unidade de Maximiliano de Almeida foi readequada nos últimos dois anos em termos de fluxo de grãos, automatizamos a descarga de grãos, melhoramos os elevadores e adequamos os secadores para dar fluxo e bom atendimento aos associados”, comenta.
Ao falar especificamente de 2015, Paraboni avalia o período como positivo, já que os resultados foram bons e com significativos investimentos. Também foi inaugurada mais uma filial da Cooperativa no município de Carlos Gomes. “A nossa avaliação é muito positiva, o ano foi bom, conseguimos bons resultados e bons investimentos”, destaca.
O desafio para o ano de 2016 é a complementação do sistema de informações internas, adequando-se a nova legislação da Receita Estadual e Receita Federal. “Isto vai permitir uma melhor credibilidade nos números perante toda a sociedade. Vamos estar trabalhando online, com todas as filiais da Cotrel ligadas a matriz em Erechim”, declara Paraboni.
As perspectivas para a produção de grãos é positiva de acordo com Paraboni, o que preocupa um pouco mais é a produção de carne que sofre impacto da alta nos custos de produção e baixa capacidade de consumo do público consumidor no mercado nacional. “Na parte de grãos eu vejo boas perspectivas para o ano de 2016, preocupa a questão de carnes, aves e suínos em função do custo do milho e da soja e também deste dólar beirando os R$ 4,00, o que impacta no custo das rações que tem como base produtos importados e o repasse destes preços de industrializados de suínos e aves não é possível no mercado interno em função deste baixo poder aquisitivo que o povo brasileiro acabou tendo da metade do ano passado para cá”, analisa. Uma das alternativas para minimizar os problemas enfrentados pela cadeia produtiva das carnes é a busca por mercados externos de forma a tirar proveito do dólar em patamares altos de valorização.

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