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Pesquisa Atlas/Bloomberg: Flávio aparece à frente de lula no 2º turno

Pesquisa divulgada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg nesta quinta-feira (25) indica um cenário de forte equilíbrio entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições presidenciais.

No confronto direto, Flávio aparece com 47,6% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46,6%. Como a margem de erro é de um ponto percentual, o resultado configura empate técnico. Outros 5,8% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou ainda estão indecisos.

O levantamento também simulou cenários de primeiro turno com diferentes nomes. Em uma das projeções, Lula lidera com 45,9%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 40,1%. Na sequência aparecem Renan Santos, com 4,4%, Ronaldo Caiado, com 3,7%, Romeu Zema, com 3,1%, e Aldo Rebelo, com 0,6%.

Em outro cenário, com Eduardo Leite substituindo Caiado, Lula soma 45,5% e Flávio chega a 42,4%. Renan Santos marca 4,6%, Zema aparece com 3,7%, Leite tem 1,2% e Aldo Rebelo, 0,8%.

Já em uma terceira simulação, Lula registra 45,7%, enquanto Flávio tem 40,6%. Renan Santos aparece com 4,5%, seguido por Ratinho Júnior, com 3,4%, Zema, com 3,3%, e Rebelo, com 0,7%.

Sem a presença de Flávio Bolsonaro, Lula amplia vantagem em um cenário contra Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP): o petista teria 45,6%, ante 33,3% do adversário. Nesse quadro, Zema aparece com 6,2%, Renan Santos com 4,6%, Caiado com 4,2% e Rebelo com 0,6%.

Quando Flávio e Tarcísio são incluídos na mesma disputa, Lula mantém a liderança com 45,7%, seguido por Flávio, com 35,8%, e Tarcísio, com 7,9%. Os demais candidatos somam percentuais menores.

Em um cenário sem Lula, Flávio Bolsonaro lidera com 40,1%, à frente de Fernando Haddad (PT-SP), que aparece com 37,6%. Renan Santos tem 4,5%, Caiado 3,9%, Zema 3,0% e Rebelo 1,0%.

A pesquisa ouviu 5.028 pessoas entre os dias 18 e 23 de março, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.

O estudo foi financiado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04227/2026.

Fonte: Direita Online

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