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Como o Inter tenta adaptar Alan Patrick ao novo estilo e conta com “blindagem” de Pezzolano

O que há com Alan Patrick? Referência técnica do Inter nos últimos anos, o meia perdeu protagonismo e tem sofrido para recuperar o padrão que o destacou. A situação virou um desafio de Paulo Pezzolano para equilibrar o time.

No Gre-Nal 452, pelo Brasileirão, o camisa 10 voltou a ser titular, após não ser utilizado na vitória sobre o Corinthians, na rodada anterior. Era a esperança de superar o sistema defensivo do Grêmio e encontrar um passe a Vitinho, Carbonero ou Borré.

Ainda carregava a mística que tem no clássico, com nove gols e cinco assistências. Não adiantou. Quando apareceu, falhou na tentativa de ser efetivo. Durante a partida, Alan Patrick finalizou apenas uma vez, acertou 16 passes e errou 11.

Seria o fim da “era Alan Patrick”? A resposta, internamente, é não. Afinal, Pezzolano tem apostado em diferentes modelos para encontrar uma forma de o Colorado ser sólido, intenso e capaz de construir. Falta a criatividade. O treinador assume a responsabilidade por montar uma equipe que valorize as características do capitão.

Precisamos muito dele. É o nosso 10 e capitão, o melhor jogador que temos. Tem uma qualidade tremenda. Todos querem treinar o Alan Patrick.
— Paulo Pezzolano
– O futebol é momento e ele sabe. Começará a fazer diferença como antes. Estou tranquilo. Não por ele, porque antes jogava e tínhamos muita intensidade. É todo o time que tento arrumar. É um problema meu, não do jogador – diz Pezzolano.

O treinador reforça a necessidade de fazer o restante do time tirar atenção dos adversários. A estratégia é criar espaço para que Alan Patrick avance até o momento do passe ou da finalização.

Pezzolano entende que o momento do Inter virou um obstáculo ao camisa 10. As mudanças promovidas para evitar a fragilidade defensiva trouxeram consistência, mas dificultam a construção. O que não diminui a participação de Alan Patrick nas ações ofensivas. Falta a colaboração dos companheiros.

– Alan Patrick participa em todas as nossas jogadas ofensivas. Tenho de procurar para que ele se sinta mais confortável, encontrarmos o Alan Patrick que queremos e tenhamos solidez – completa o técnico.

Com mais uma semana livre para treinamentos, o uruguaio terá tempo para estudar uma forma de dar equilíbrio ao Inter. Alan Patrick precisa que os parceiros facilitem para o time levar perigo ao rival.

O Inter está na melhor sequência de resultados no Brasileirão desde 2024, mas segue a necessidade de apresentar evolução. A próxima oportunidade é no domingo, diante do Mirassol, às 11h, no Beira-Rio.

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