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Análise: Inter se revolta após vice, mas falhas escancaram urgência por reação no Brasileirão

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inter vice-campeao campeonato gaucho 2026 2026 09 03 2026

O Inter ficou com o vice do Gauchão ao empatar o Gre-Nal 451 por 1 a 1 no Beira-Rio. O resultado veio acompanhado de forte indignação com a arbitragem, mas é preciso discernimento. Não se pode deixar esconder os problemas defensivos que se repetem em 2026 e preocupam para a sequência do Brasileirão.

A missão, desde o início, era quase impossível: devolver os três gols de diferença para levar a decisão aos pênaltis ou vencer por quatro para levar o título dentro do Beira-Rio. Não passou perto.

Arbitragem tira o Inter do sério
Os colorados, já irritados com a arbitragem após a derrota por 3 a 0 no jogo de ida, perderam a paciência no Beira-Rio. O pênalti anulado em Alan Patrick no primeiro tempo, quando o placar ainda estava 0 a 0, inflamou o time e as arquibancadas.

Pezzolano gesticulava inconformado, enquanto o estádio aplaudia ironicamente Rafael Klein e o restante da equipe de arbitragem.

Defesa sempre falha
Pouco depois, veio o gol de Gustavo Martins. De novo, em falha defensiva. Victor Gabriel não acompanhou o movimento do zagueiro gremista, e a bola morreu nas redes de Rochet.

– Se você vê os gols, são detalhes. Os jogos são parelhos, mas um detalhe e colocam dentro do arco. Temos de melhorar. Estão custando caríssimo – disse Pezzolano.

Empate inútil
O Inter sentiu o golpe. Não repetiu o volume do primeiro tempo e só chegou ao empate porque Wagner Leonardo agrediu Borré dentro da área, já na parte final do clássico. Alan Patrick converteu o pênalti.

O lance, porém, gerou ainda mais irritação. Barcellos falou até em “requintes de crueldade” pelo fato de a marcação vir no fim do jogo, com expulsão do zagueiro gremista.

Grupo piorou
As polêmicas de arbitragem, no entanto, não podem mascarar o que está explícito. O Inter tem um problema grave na defesa. O time cede espaços generosos, e a zaga vaza independentemente da formação. A bola aérea é um convite, mas por baixo a melhora é pequena.

As contratações para fortalecer o setor defensivo ainda não responderam. Félix Torres perdeu espaço para Victor Gabriel, enquanto Villagra não entra em campo desde a goleada por 4 a 0 sobre o Ypiranga. Na ocasião, por apenas 27 minutos.

Há um cenário preocupante. O sistema defensivo já era frágil em 2025, quando sofreu 57 gols no Brasileirão e só escapou do rebaixamento porque Ceará e Fortaleza foram ainda piores.

A situação piorou após a venda de Vitão. Em 2026, o Inter venceu apenas um dos sete jogos contra clubes de Série A e levou 12 gols. Vazou em todos eles.

No Brasileirão, soma apenas dois pontos em 12 disputados e aparece na antepenúltima posição. Precisa reagir imediatamente para evitar um novo pesadelo. A busca pelos 45 pontos promete ser uma epopeia.

Fonte: ge

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