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Em tempos de expansão da dengue, comunidade denuncia piscina desativada com água acumulada no centro da cidade de Machadinho

Após telefonemas anônimos de pessoas da comunidade denunciando água acumulada no centro de Machadinho, a reportagem da emissora foi conferir in loco e constatou a veracidade dos manifestos.

O local trata-se das dependências do Clube União, onde estão localizadas as piscinas que estão, há vários anos, desativadas. Como o leitor(a) pode observar nas imagens coletadas pela reportagem do Jornal Folha da Club, as piscinas estão cheias de água e sujeira. No local foi possível constatar uma grande quantidade de insetos na água.
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Essa questão já teve solicitações para que providências fossem tomadas. Já houve movimentações da comunidade para resolver a questão. Questão que, se não afeta no momento, pode vir a afetar grandemente a saúde pública.

O Jornal Folha da Club, já expos a situação em uma reportagem realizada há cerca de 4 anos, quando foi relatado pela presidência do clube, que o problema estaria sendo resolvido prontamente. Naquela ocasião, iria se providenciar o esvaziamento e uma das intenções era a de tentar retomar o uso das piscinas no aprazível local.

Desde então, a comunidade observa que não houve nenhum consenso, medida ou esclarecimento, ao longo do tempo, por parte do grupo de sócios da entidade.

Em uma das ligações atendidas na emissora, um cidadão fez a seguinte colocação: “O fato é que a comunidade espera uma atitude ou medida urgente por parte dos responsáveis. Enquanto as pessoas estão recolhendo recipientes que possam acumular água e, consequentemente possam se transformar em criadouros do mosquito, presenciamos duas piscinas cheias e abandonadas. Não são potes de margarina no fundo do lote. São duas piscinas. Não podemos admitir uma demonstração de inércia desta proporção por parte dos responsáveis, frente ao perigo eminente que nos cerca, que é a dengue”.

A dengue é uma doença que tem apresentado considerável expansão geográfica nas últimas décadas, no Brasil e no mundo. O número de vítimas tem sido cada vez maior, o que produz impactos consideráveis no modo de vida da população e na economia, sendo que demanda medidas urgentes visando o controle da doença.

Alguns exemplos:
Em Marcelino Ramos: Notícias da semana passada, davam conta de que três pessoas fizeram exames em laboratório particular com resultado positivo e até o fechamento desta matéria, aguardavam o resultado do exame pelo estado, para entrar oficialmente nas estatísticas. Segundo a secretaria de saúde, há registro do mosquito Aedes aegypti no município há alguns anos, mas, somente agora foram confirmados casos de pessoas contaminadas pela doença. Focos do mosquito foram encontrados em vários locais.

Em Erechim: Morte confirmada por Dengue Hemorrágica no município e dados divulgados em 09 de abril, mostram que até a quinta-feira, dia 08 de abril, os números já consideravam o município de Erechim em Epidemia de Dengue. Já haviam sido realizadas 1.285 notificações, com 377 confirmados, 237 negativos e 400 em análise.

A dengue hemorrágica é uma reação grave do organismo ao vírus da dengue, que leva ao aparecimento de sintomas mais sérios que a dengue clássica e que podem gerar alteração dos batimentos cardíacos, vômitos persistentes e sangramentos nos olhos, gengiva, ouvidos e/ou nariz, o que pode levar a morte.

Uma piscina abandonada ou tratada inadequadamente, coloca em risco a saúde de moradores e vizinhos e está mais que esclarecido: qualquer local que possa acumular água, pode também se tornar um foco do mosquito Aedes aegypti. “Isso inclui as piscinas. Se estiver abandonada ou malcuidada, e sem cobertura ou cuidados, a piscina é um perfeito criadouro”, alerta o cientista Maulori Cabral, professor de microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A dengue, segundo estudos, é uma doença quase que exclusivamente urbana, o que leva a conclusão: que o modo de vida da população nas cidades – associado às condições sociais, econômicas e políticas – apresente relação direta com a sua incidência.

O Jornal Folha da Club, coloca à disposição, espaço para a manifestação dos responsáveis.

Por: Paul da Rosa
Fonte: Rádio Club FM 96.7

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