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Conforme o coordenador da graduação em Ciências da Computação da IMED, Marcos Roberto dos Santos, hackear um celular não é um processo simples. O professor lembra que no ano passado o celular do então Ministro da Justiça, Sérgio Moro, foi hackeado. Isso mostra que todas as pessoas estão suscetíveis a esse tipo de vulnerabilidade.
Santos explica que a maior vulnerabilidade hoje está no usuário do celular. Disse que existem diversas formas que os ataques acontecem, um deles, o mais aplicado, é o chamado “homem do meio”.
Uma forma de ataque e que muitas pessoas devem ter vivenciado são os links. O professor explica que no momento que o usuário clica nesses links, acaba instalando no celular um software hacker. Nesse instante, o sistema acaba sendo monitorado e ouvido. De tempo em tempo o criminoso recebe os dados do usuário.
O professor destaca que as pessoas evitem redes abertas de wi-fi e se receber mensagens de números anônimos pedindo códigos, autenticação e links, não clique e não mande dados a terceiros.
Santos relata que as estatísticas mostram que os crimes virtuais já ultrapassam em nível de quantidade os crimes reais.
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