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Justiça do RS rejeita CT do Inter como garantia em ação de cobrança

A Justiça do Rio Grande do Sul negou, na última semana, a oferta de um terreno do Internacional como garantia em ação movida por um empresário envolvido na contratação do chileno Carlos Palacios, em 2021. Procurado, o clube afirmou que não irá se manifestar.

A informação foi divulgada por GZH e confirmada pelo ge, que apurou que o bem ofertado pelo clube foi o Complexo Parque Gigante, que inclui o Centro de Treinamentos, localizado na zona sul de Porto Alegre.

O terreno foi apresentado como garantia em pedido do clube para suspender a cobrança de uma dívida movida pelo empresário Pablo Leclerc Fluxa, relacionada à contratação de Palacios em 2021.

O representante cobra aproximadamente R$ 640 mil, acrescidos de juros, correção monetária, custas, despesas processuais e honorários advocatícios até a quitação. Segundo apuração do ge, o clube entende que os valores são indevidos e pretende contestá-los dentro do processo na Justiça.

De acordo com a decisão, o bem ofertado possui dívidas registradas anteriormente por outros credores, o que inviabiliza sua utilização como garantia em caso de eventual derrota no processo. O magistrado destacou que o imóvel não assegura o pagamento do montante discutido.

Ainda conforme apurou o ge, o clube pretende recorrer da decisão, pois entende que, mesmo que somadas as outras dívidas na matrícula, o valor do terreno não seria ultrapassado. Por isso o clube crê que o imóvel pode ser utilizada como garantia.

Em 2021, o atual atacante do Boca Juniors transferiu-se do Unión Española para o Inter. À época, Pablo Leclerc Fluxa atuou como representante na operação, e ficou ajustado o pagamento de US$ 154 mil (R$ 850 mil), divididos em quatro parcelas de US$ 38,5 mil (R$ 212,52 mil).

O Inter adquiriu os direitos de Palacios por US$ 3 milhões (R$ 16,5 milhões à época). O chileno deixou o clube no ano seguinte, negociado com o Vasco, após disputar 35 partidas, sem marcar gols e com três assistências.

Essa foi a segunda alternativa apresentada pelo clube para tentar garantir o juízo. Antes do imóvel, o Inter indicou uma máquina de iluminação do gramado do Beira-Rio, avaliada em cerca de R$ 1 milhão, mas o equipamento já havia sido rejeitado pela Justiça no mesmo processo, que resultou no bloqueio de R$ 240 mil das contas do clube em janeiro, referentes a uma parcela vencida da dívida.

De acordo com a ação, o empresário afirma ter recebido apenas parte do valor e busca a quitação integral com juros, correção e honorários.

Fonte: ge

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