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Azarão entre os goleiros, Weverton comenta convocação para a Copa: “Coisas se alinharam a meu favor”

Aos 38 anos e em reta final de carreira, Weverton voltou a viver a emoção que arrebata qualquer jogador de futebol. Convocado por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo, o goleiro do Grêmio concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira na Arena para falar sobre a participação em um segundo Mundial — em 2022, ele integrou o grupo comandado por Tite no Catar.

Weverton foi uma das surpresas na lista de Ancelotti, divulgada na segunda. Não foi chamado em nenhum outro jogo pelo treinador italiano. Contudo, conforme afirmou o próprio técnico e o treinador de goleiros Cláudio Taffarel, o jogador gremista foi chamado pela experiência.

O goleiro admitiu que só passou a pensar na possibilidade de disputar a Copa ao ver o seu nome na pré-lista de 55 jogadores de Ancelotti. Tido como “azarão”, superou a concorrência com Bento (Al-Nassr), Hugo Souza (Corinthians) e John (Nottingham Forest) e formou a lista final com Alisson e Ederson.

– Por isso que às vezes eu gosto muito de falar de Deus. Às vezes você vê as coisas se encaminhar. É verdade que nos últimos dias parece que as coisas foram se alinhando ao meu favor. Foram grandes partidas, grandes jogos, grandes defesas, enfim, que me ajudaram a chegar a esse momento, que me ajudaram a chegar a essa reta final com chance de ir à Copa. Acho que quando vem a pré-convocação, que tu está na lista, começa a sonhar de outra maneira, começa a perceber uma chance mais real de você estar na Seleção. Então, depois de bons jogos e depois de tudo que vem acontecendo, você vai criando expectativas – comentou.

É verdade que nos últimos dias parece que as coisas foram se alinhando ao meu favor. Foram grandes partidas, grandes jogos, grandes defesas, enfim, que me ajudaram a chegar a esse momento, que me ajudaram a chegar a essa reta final com chance de ir à Copa”.
— Weverton, goleiro do Grêmio

Weverton é o segundo jogador mais velho a ser convocado pelo Brasil para uma Copa do Mundo. Thiago Silva tinha a mesma idade do goleiro do Grêmio quando ocorreu a convocação para o Mundial de 2022. Ambos ficam atrás de Daniel Alves, que tinha 39 anos na ocasião. O goleiro gremista acredita que essa experiência pesou a seu favor e prometeu honrar a escolha de Ancelotti.

– Eu acho que o meu histórico na Seleção, o meu caráter, o meu profissionalismo. Óbvio que o Ancelotti não viu, mas com certeza ele deve ter ouvido das pessoas. Acho que ele está seguro da escolha fez e eu quero honrar essa escolha dele, eu quero poder honrá-lo. A confiança de mesmo sem me conhecer, ele confiou em mim. Acho que é também o histórico disso tudo. Se eu não estou enganado, acho que são 11 jogos pela seleção brasileira, campeão olímpico, são mais de 55 convocações. Acho que tudo isso me dá essa essa oportunidade, esse respeito de poder chegar nesse momento, mesmo sem ter ido nenhuma vez com ele, de poder representar bem o Brasil, de poder ser um jogador de segurança para ele. Eu estou muito feliz.

Além de estar com a Seleção na Copa do Mundo do Catar, onde foi reserva, Weverton tem passagem marcante com a amarelinha. Em 2016, foi titular na conquista do ouro olímpico com direito à defesa de pênalti na final contra a Alemanha. A princípio, ele vai ao Mundial com status de terceiro goleiro, mas disposto a contribuir como for possível para a conquista do hexa.

– Existem várias maneiras de ser útil. Copa do Mundo é um campeonato curto, às vezes nem todo mundo vai conseguir jogar, mas todo mundo é importante. De verdade. Às vezes não joga, mas quando treina no melhor nível, ajuda quem vai jogar. Eu posso dificultar para os batedores para fazer o gol, para que quando entrem em campo treinem no mais alto nível. No vestiário, vai ter alguém que não está bem, você dá um conselho, joga para cima, levantar a cabeça. Já tive oportunidade de jogar Copa do Mundo e sei. Vivi um clima, quando fomos eliminados, que nunca mais quero viver na minha vida. Você carrega essa experiência. É duro e você não quer mais passar por isso. Vou fazer o que for preciso para alcançar o sucesso. Nada se compara com ganhar uma Copa do Mundo. A gente vê os últimos que ganharam, jamais serão esquecidos. No futebol, marca quem ganha – destacou.

Fonte: ge

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