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A pandemia causada pelo novo coronavírus afetou diversos meios de nossa sociedade e no meio tradicionalista a realidade não foi diferente.
Muitos CTGs já chegam a sete meses sem poder realizar suas atividades da forma como era antes deste período, o que prejudica não só financeiramente, mas, a saudade pela arte que move milhares de gaúchos.
O mês de novembro é tradicionalmente conhecido pelo maior festival de arte amadora da América Latina, Enart que tradicionalmente reúne mais de quatro mil competidores em cerca de 20 modalidades artísticas e oito palcos paralelos. Mas, em decorrência da pandemia não irão sentir a emoção de pisar no “palco da vida” como é carinhosamente chamado o palco.
A preocupação mais pertinente entre os dançarinos é quando os ensaios poderão retornar a sua normalidade. Algumas entidades pela região já começaram seus ensaios gradativamente.
A dúvida é quando todos vão voltar e a coordenadora da Sétima Região tradicionalista, Vanderléa Nervo, manifestou-se a respeito.
“Todos os protocolos já estão sendo tomados, como a medição de temperatura e distanciamento. Sabemos que tem municípios que já liberaram e ensaio entre prendas e peões ao mesmo tempo e de outros que no primeiro momento apenas prendas depois peões. O poder público tem essa flexibilidade de autorizar os ensaios como a entidade solicita. Sabemos que existe essa dificuldade pela falta de perspectiva lá na frente. Sabemos que logo mais vem a vacina e vamos voltar a fazer nossa apresentações e rodeio. Portanto, o ensaio é de extrema importância para os dançarinos”, completou Vanderléa.
Por: Mauro Matos
Fonte: RÁDIO PLANALTO
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