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Profissionais do município participam do II Seminário Regional de Promoção a Vida e Prevenção ao Suicídio

No dia 06 de novembro profissionais da Prefeitura Municipal de Machadinho participaram do II Seminário Regional de Promoção a Vida e Prevenção ao Suicídio, ocorrido na Universidade de Passo Fundo. Como representantes da Secretaria de Saúde participaram as profissionais Claudia Dall’Agnol (enfermeira) e Marinna Morosini (psicóloga), e representando a Secretaria de Assistência Social as profissionais Déborah Polo (psicóloga) e Margot Figueiredo Bruni (Assistente Social).
As palestras foram ministradas no evento por profissionais renomados do Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. O tema suicídio foi abordado como sendo um problema de saúde pública, sendo discutido sobre o manejo de crise, o cuidado do usuário, o comportamento suicida e autolesivo na infância e adolescência e uma experiência de linha de cuidado na atenção básica.
O interesse das secretarias de saúde e assistência social em participar deste seminário encontra-se no fato do comportamento suicida e autoleviso estarem ocorrendo cada vez mais na sociedade. Segundo os palestrantes, uma característica que leva cada vez mais pessoas a procurarem o suicídio como uma forma de terminar com o seu sofrimento é a falta de um convívio social saudável. A sociedade tem se relacionado excessivamente de maneira virtual perdendo o contato físico e o olho no olho, os quais são geradores de acolhimento, empatia e afeto.
No contexto do comportamento suicida e autolesivo na infância e adolescência encontramos como sendo uma das causas o precário convívio familiar entre crianças e seus pais. Os palestrantes enfatizaram o fato da ausência de regras e limites gerarem sentimentos de abandono e perda de referência, o que leva crianças e adolescentes a automutilarem-se para alívio do sofrimento.
Frente as discussões ocorridas no evento, as profissionais sugerem que as pessoas procurem deixar as redes sociais um pouco de lado e resgatem a convivência diária, a conversa com olho no olho e ofereçam uma escuta acolhedora a quem está próximo. Também ressaltam que os pais sintam-se seguros para dizer não aos filhos, impondo-lhes regras e limites que se fazem necessários para a estruturação psíquica dos mesmos.
“Há muitas pessoas tristes nesse momento. Se a tristeza for sua, saiba que vai ficar tudo bem. Se a tristeza for do outro, faça ele saber disso.” (Autor desconhecido)

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