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Trabalho de pesquisa para melhoramento vem sendo desenvolvido nos cinco polos ervateiros do Rio Grande do Sul

A Universidade Federal de Santa Maria, RS, está realizando um trabalho de pesquisa, com a parceria do FUNDOMATE (Fundo de Desenvolvimento e Inovação da Cadeia Produtiva da Erva-Mate do Estado) e IBRAMATE (Instituto Brasileiro da Erva Mate).

O trabalho nesta etapa, consiste em coletar amostras de folhas de erva-mate e amostras de solos, em diversas propriedades, de cada um dos cinco polos ervateiros do estado do Rio Grande do Sul, que são eles: região dos Vales, Celeiro, Polo do Alto Uruguai, Polo Nordeste e Alto do Taquari.
“Esses polos ervateiros possuem diferentes características de cultivo, diferentes características de solo, diferentes condições de clima e de certa forma, diferentes altitudes e temperatura. Que são diferenças ambientais importantes, pois atuam na formação das populações de erva-mate. Quais os materiais genéticos que tem um melhor desempenho em cada região?! É isto que nós estamos olhando com este projeto. Cada propriedade terá a sua caracterização de solo definida, onde coletamos amostras de cinco plantas. Com essas amostras de plantas faremos a caracterização dos compostos fito-químicos que tem nesta planta. Como por exemplo, os polifenóis, que são compostos que protegem e são benéficos ao organismo. Vamos olhar também, elementos químicos das folhas e do solo.
Estamos coletando ainda, uma terceira amostra que é para analisarmos a variabilidade genética destas plantas. Como que essas populações de erva-mate estão estruturadas no Rio Grande do Sul e também em cada um destes polos?! Tudo isso para que possamos desenvolver pesquisas e tecnologias, que possam contribuir com o setor ervateiro. “ Contou, Dilson Bisognin, que é professor permanente dos Programas de Pós-graduação em Agronomia e Engenharia Florestal. Desenvolveu a base legal e administrativa e foi Diretor do Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnológica (NIT) da UFSM. Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (1988), mestrado em Fitomelhoramento pela Universidade Federal de Pelotas (1991) e doutorado em Genética e Melhoramento de Plantas pela Michigan State University (2001). Pós-doutor em Ciência Molecular de Plantas pela Michigan State University (2014).

Dilson, citou ainda que esses trabalhos, serão associados a outras ações já realizadas na Universidade Federal de Santa Maria; como a clonagem, o desenvolvimento de cultivares clonais de erva-mate, o que irá desenvolver e dar mais qualidade para a matéria prima que vai para a indústria e aos consumidores que estarão adquirindo um produto de melhor qualidade. É um trabalho que trará um impacto muito positivo para a cadeia ervateira. A melhoria da qualidade da erva-mate produzida no estado.

“Eu vejo isso como um aspecto muito importante. Que a Universidade Federal de Santa Maria, consiga chegar até os produtores, conhecendo a realidade do seu ponto de vista e levar para junto das nossas pesquisas. Agora retornando para a Universidade, nós vamos proceder com as análises destas amostras e após, retornaremos para a região, com os resultados e os indicativos de próximas ações ou etapas que iremos trabalhar no projeto. “ Concluiu o Professor Dilson Bisognin.

Por: Paul da Rosa
Fonte: Rádio Club FM 96.7

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