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Nova onda na saúde dos jovens: fumar cotonete

Uma nova e preocupante tendência nas redes sociais tem acendido o alerta de especialistas da saúde: jovens estão colocando fogo nas pontas de cotonetes e inalando a fumaça, em busca de curtidas e de um suposto efeito de euforia. No entanto, médicos são categóricos ao afirmar que a prática é extremamente perigosa e não produz qualquer tipo de “barato”.
De acordo com especialistas, a queima do algodão e da haste plástica libera substâncias altamente tóxicas. Ao contrário do que muitos imaginam, não há qualquer componente com efeito psicoativo — o que ocorre é a inalação de gases nocivos e partículas de fuligem que podem causar sérios danos ao organismo.
Um dos principais riscos é o desenvolvimento de pneumonia química, condição grave provocada pela entrada de substâncias tóxicas nos pulmões. As partículas liberadas pela combustão podem se depositar nas vias respiratórias, causando irritação intensa, falta de ar e inflamação. Em pessoas com doenças respiratórias, como asma ou bronquite, o quadro pode se agravar rapidamente e exigir atendimento de urgência.
Além disso, há risco elevado de queimaduras. O plástico da haste derrete com o calor e pode pingar, atingindo lábios, língua, rosto e até a garganta, provocando lesões dolorosas e potencialmente graves.
Profissionais da saúde reforçam que desafios virais que envolvem inalação de fumaça ou substâncias devem ser evitados. Pais e responsáveis também são orientados a dialogar com adolescentes sobre os riscos dessas práticas, que podem trazer consequências irreversíveis.
Em caso de sintomas como falta de ar, tosse persistente ou queimaduras após exposição à fumaça, a recomendação é procurar atendimento médico imediato.
Fonte Agência Brasil

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